quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

efeito do alcool no organismo

https://www.youtube.com/watch?v=n_KilizFzb0

SO POR HOJE

Meditação do Dia

SEXTA, 09 DE DEZEMBRO DE 2016


Ouvir
"Esta capacidade para ouvir é uma dádiva e cresce à medida que nós crescemos espiritualmente. A vida ganha um novo sentido quando nos abrimos a esta dádiva." Texto Básico, p. 118
Já viram duas crianças pequenas na conversa? Uma fala de dragões roxos enquanto a outra se queixa do desconforto de areia nos sapatos. Por vezes encontramos os mesmos problemas de comunicação quando aprendemos a ouvir os outros. Podemos esforçar-nos nas reuniões, tentando desesperadamente ouvir as partilhas ao mesmo tempo que as nossas mentes estão atarefadas a planear aquilo que vamos dizer quando for a nossa vez de falar. Em conversas, poderemos reparar de repente que as nossas respostas não têm nada a ver com as perguntas que foram feitas. São antes discursos preparados quando sob o efeito da nossa auto-obsessão. Aprender a ouvir - a ouvir mesmo - é uma tarefa difícil, mas que não está fora do nosso alcance. Podemos começar por reconhecer nas nossas respostas aquilo que nos estejam a dizer. Podemos perguntar se haverá algo que possamos fazer para ajudar alguém que esteja com problemas. Com um pouco de prática, podemos encontrar uma maior liberdade da auto-obsessão e um contacto mais estreito com as pessoas nas nossas vidas.

Só por hoje: Vou sossegar os meus próprios pensamentos e ouvir aquilo que me estejam a dizer.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Meditação do Dia

QUINTA, 04 DE AGOSTO DE 2016


Quando é que um segredo não é um segredo?
"Os adictos tendem a viver vidas secretas. ... É um alívio enorme livrarmo-nos de todos os nossos segredos e partilharmos o peso do nosso passado." Texto Básico, p. 38 
Já ouvimos dizer que "somos tão doentes quanto os nossos segredos". O que é que mantemos em segredo, e porquê? Mantemos em segredo aquilo que nos envergonha. Podemos agarrar-nos a essas coisas por não querermos entregá-las. Mas se há coisas que nos envergonham, será que não estaríamos mais à vontade se nos livrássemos delas? Alguns de nós agarram-se por outros motivos às coisas que os envergonham. Não é que não queiramos ver-nos livres delas; é mais porque achamos que não vamos conseguir. Elas perseguiram-nos durante tanto tempo, e tantas vezes tentámos livrar-nos delas, que desistimos de ter qualquer esperança de alívio. Mas elas continuam a envergonhar-nos, e mesmo assim mantemo-las em segredo. Precisamos de nos lembrar de quem somos: adictos em recuperação. Nós, que durante tanto tempo tentámos manter o nosso uso de drogas em segredo, encontramo-nos livres da obsessão e da compulsão para usar. Embora muitos de nós tenham gostado de usar até ao fim, nem por isso deixáram de querer recuperar. Não aguentávamos o preço que o nosso uso nos impunha. Quando admitimos a nossa impotência e procurámos a ajuda de outros, o peso do nosso segredo foi aliviado. O mesmo princípio aplica-se a quaisquer segredos que possam pesar-nos. Sim, somos tão doentes quanto os nossos segredos. Só quando os nossos segredos deixarem de ser segredos é que poderemos começar a sentir o alívio daquilo que nos envergonha. 

Só por hoje: Os meus segredos só me manterão doente enquanto eu os mantiver secretos. Hoje vou falar com o meu padrinho ou madrinha acerca dos meus segredos.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

AUTO-ACEITAÇÃO

O Problema
Falta de auto‐aceitação é um problema para muitos adictos em recuperação. Este defeito sutil
é difícil de identificar e muitas vezes passa despercebido. Muitos de nós acreditavam que o uso
de drogas era seu único problema, negando o fato de que suas vidas tinham se tornado
incontroláveis. Esta negação pode continuar nos incomodando mesmo depois que paramos de
usar drogas. Muitos dos problemas por que passamos na continuidade da recuperação têm sua
origem na nossa incapacidade de nos aceitarmos num nível mais profundo. Podemos até nem
perceber que este desconforto é a fonte do nosso problema, porque freqüentemente ele se
manifesta de outras maneiras. Podemos sentir que estamos ficando irritáveis, julgadores,
descontentes, deprimidos ou confusos. Podemos nos perceber procurando mudar fatores
circunstanciais na tentativa de satisfazer a inquietação íntima que sentimos. Em situações como
estas, nossa experiência tem demonstrado que é melhor procurar dentro de nós a fonte do nosso
descontentamento. Descobrimos freqüentemente que somos críticos severos de nós mesmos,
mergulhando em auto‐aversão e auto‐rejeição.
Antes de chegar a NA, muitos de nós passaram a vida inteira em auto‐rejeição. Nós nos
detestávamos e tentávamos de todas as maneiras nos transformar em outra pessoa. Queríamos
ser qualquer um, menos nós mesmos. Incapazes de nos aceitarmos, tentávamos obter a aceitação
dos outros. Queríamos que as outras pessoas nos dessem o amor e a aceitação que não
conseguíamos dar a nós mesmos. Mas nosso amor e nossa amizade eram sempre condicionais.
Faríamos qualquer coisa por qualquer um, apenas para ganhar sua aceitação e aprovação, e
ficávamos ressentidos com os que não reagiam como queríamos.
Como não conseguíamos nos aceitar, esperávamos que os outros nos rejeitassem. Não
deixávamos que ninguém se aproximasse, com medo de que, se nos conhecessem realmente,
também fossem nos odiar. Para nos protegermos da nossa vulnerabilidade, rejeitávamos os
outros antes que tivessem oportunidade de nos rejeitarem.
Os Doze Passos são a solução
Hoje, o primeiro passo em direção à auto‐aceitação é a aceitação da nossa adicção. Temos que
aceitar a nossa doença e todos os problemas que ela nos traz, antes de podermos nos aceitar
como seres humanos.
O próximo passo que precisamos dar em direção à auto‐aceitação é acreditar num Poder
maior do que nós, que pode nos devolver à sanidade. Não precisamos acreditar no conceito de
Poder Superior de ninguém. Mas precisamos acreditar num conceito que funcione para nós.
Uma compreensão espiritual da auto‐aceitação é saber que é normal sentirmos dor, que erramos,
e que não somos perfeitos.
A aplicação dos Doze Passos da recuperação é o meio mais eficaz para se alcançar a
auto‐aceitação. Agora que viemos a acreditar num Poder maior do que nós, podemos depender
da Sua força para nos dar coragem para examinarmos honestamente nossos defeitos e nossas
qualidades. Embora isso às vezes seja doloroso e não pareça conduzir à auto‐aceitação,
precisamos entrar em contato com nossos sentimentos. Queremos construir uma base sólida de
recuperação, por isso precisamos examinar nossas ações e motivações, e começar a modificar o
que é inaceitável.
Nossos defeitos fazem parte de nós e só serão removidos quando praticarmos viver o
Programa de NA. Nossas qualidades são dádivas do nosso Poder Superior e, à medida que
aprendemos a utilizá‐las plenamente, a nossa auto‐aceitação aumenta e nossas vidas melhoram.
Às vezes caímos no melodrama de querer ser o que pensamos que deveríamos ser. Podemos
nos sentir dominados por nossa autopiedade e orgulho. Mas renovando nossa fé num Poder
Superior, recebemos a esperança, coragem e força para crescer.
Auto‐aceitação proporciona equilíbrio na nossa recuperação. Não temos mais que buscar a
aprovação dos outros, porque estamos satisfeitos em sermos nós mesmos. Somos livres para
enfatizar com gratidão as nossas qualidades, para nos afastar com humildade dos nossos
defeitos e nos tornarmos o melhor que pudermos como adictos em recuperação. Aceitar a nós
mesmos como somos significa que estamos bem, que não somos perfeitos, mas que podemos
melhorar. Lembramos que temos a doença da adicção, e que leva muito tempo para alcançar a
auto‐aceitação num nível profundo. Por pior que nossas vidas tenham se tornado, somos sempre
aceitos na Irmandade de Narcóticos Anônimos.
Aceitando‐nos como somos, resolvemos o problema da expectativa da perfeição humana.
Quando nós nos aceitamos, podemos aceitar os outros em nossas vidas, incondicionalmente,
provavelmente pela primeira vez. Nossas amizades tornam‐se profundas e sentimos o calor e o
carinho de adictos partilhando a recuperação e uma vida nova.

Tratamento álcool e drogas

sábado, 9 de julho de 2016

Os Doze Passos são a solução

Os Doze Passos são a solução

Hoje, o primeiro passo em direção à auto‐aceitação é a aceitação da nossa adicção. Temos que
aceitar a nossa doença e todos os problemas que ela nos traz, antes de podermos nos aceitar
como seres humanos.

O próximo passo que precisamos dar em direção à auto‐aceitação é acreditar num Poder
maior do que nós, que pode nos devolver à sanidade. Não precisamos acreditar no conceito de
Poder Superior de ninguém. Mas precisamos acreditar num conceito que funcione para nós.
Uma compreensão espiritual da auto‐aceitação é saber que é normal sentirmos dor, que erramos,
e que não somos perfeitos.

A aplicação dos Doze Passos da recuperação é o meio mais eficaz para se alcançar a
auto‐aceitação. Agora que viemos a acreditar num Poder maior do que nós, podemos depender
da Sua força para nos dar coragem para examinarmos honestamente nossos defeitos e nossas
qualidades. Embora isso às vezes seja doloroso e não pareça conduzir à auto‐aceitação,
precisamos entrar em contato com nossos sentimentos. Queremos construir uma base sólida de
recuperação, por isso precisamos examinar nossas ações e motivações, e começar a modificar o
que é inaceitável.

Nossos defeitos fazem parte de nós e só serão removidos quando praticarmos viver o
Programa de NA. Nossas qualidades são dádivas do nosso Poder Superior e, à medida que
aprendemos a utilizá‐las plenamente, a nossa auto‐aceitação aumenta e nossas vidas melhoram.
Às vezes caímos no melodrama de querer ser o que pensamos que deveríamos ser. Podemos
nos sentir dominados por nossa autopiedade e orgulho. Mas renovando nossa fé num Poder
Superior, recebemos a esperança, coragem e força para crescer.

Auto‐aceitação proporciona equilíbrio na nossa recuperação. Não temos mais que buscar a
aprovação dos outros, porque estamos satisfeitos em sermos nós mesmos. Somos livres para
enfatizar com gratidão as nossas qualidades, para nos afastar com humildade dos nossos
defeitos e nos tornarmos o melhor que pudermos como adictos em recuperação. Aceitar a nós
mesmos como somos significa que estamos bem, que não somos perfeitos, mas que podemos
melhorar. Lembramos que temos a doença da adicção, e que leva muito tempo para alcançar a
auto‐aceitação num nível profundo. Por pior que nossas vidas tenham se tornado, somos sempre
aceitos na Irmandade de Narcóticos Anônimos.

Aceitando‐nos como somos, resolvemos o problema da expectativa da perfeição humana.
Quando nós nos aceitamos, podemos aceitar os outros em nossas vidas, incondicionalmente,
provavelmente pela primeira vez. Nossas amizades tornam‐se profundas e sentimos o calor e o
carinho de adictos partilhando a recuperação e uma vida nova.

Deus, conceda‐me serenidade
para aceitar as coisas
que não posso modificar,
coragem para modificar
aquelas que posso,
e sabedoria para reconhecer a diferença.

UMA OUTRA PERSPECTIVA

UMA OUTRA PERSPECTIVA

Provavelmente existem tantas definições de adicção quanto maneiras de pensar,
fundamentadas em pesquisas e experiências pessoais. Não admira que existam muitas áreas de
honesta discordância nas definições que ouvimos. Algumas parecem adequar‐se melhor aos
fatos conhecidos e observados para certos grupos, do que para outros. Se pudermos aceitar isso
como fato, então talvez se deva examinar uma outra perspectiva, na esperança de que se
descubra um caminho mais básico para todas as adicções, e mais eficaz no estabelecimento da
comunicação entre nós todos. Se pudermos chegar a um maior acordo sobre o que não é adicção,
então o que ela é talvez nos surja com maior clareza.

Talvez possamos concordar em alguns pontos principais.

1. Adicção não é liberdade
A própria natureza da nossa doença e de seus sintomas observados acentuam esse fato. Nós,
adictos, valorizamos muito a liberdade pessoal, talvez porque a queiramos tanto e a
experimentemos tão pouco na progressão da nossa doença. Mesmo em períodos de abstinência,
a liberdade é restrita. Nunca temos certeza se determinada atitude é baseada no desejo
consciente de recuperação contínua ou numa vontade inconsciente de voltar a usar. Tentamos
manipular pessoas e situações e controlar todas as nossas ações e, assim, nós destruímos a
espontaneidade, uma característica integrante da liberdade. Não conseguimos compreender que
a necessidade de controlar tem origem no medo de perder o controle. Esse medo, baseado em
parte nos fracassos do passado e frustações nas soluções das dificuldades da vida, nos impede de
fazer escolhas significativas; escolhas estas que, se levadas avante, eliminariam o próprio medo
que nos bloqueia.

2. Adicção não é crescimento pessoal
As rotinas monótonas, imitativas, ritualísticas, compulsivas e obsessivas da adicção ativa nos
tornam incapazes de pensar e agir de forma adequada e sensata. Crescimento pessoal é esforço
criativo e comportamento consciente; pressupõe escolha, mudança e capacidade para encarar a
vida como ela é.

3. Adicção não é boa vontade
A adicção nos isola de pessoas, lugares e coisas que estejam fora do nosso próprio mundo —
obter, usar e descobrir maneiras e meios de continuar o processo. Hostis, ressentidos,
egocêntricos, egoístas, nós nos afastamos de todos os interesses externos, à medida que a nossa
doença progride. Vivemos com medo e suspeita das próprias pessoas de quem temos que
depender para nossas necessidades. Isto atinge todas as áreas de nossas vidas e qualquer coisa
que não seja absolutamente familiar torna‐se estranha e perigosa. Nosso mundo encolhe até o
isolamento. Esta pode muito bem ser a verdadeira natureza do nosso distúrbio.
Tudo que acima foi dito poderia resumir‐se em que...

4. Adicção não é uma maneira de viver
O mundo doente, interesseiro, egocentrado e fechado do adicto dificilmente se qualifica como
uma maneira de viver. Na melhor das hipóteses, talvez seja uma maneira de sobreviver
temporária. Mesmo nessa existência limitada, é um caminho de desespero, destruição e morte.
Qualquer estilo de vida que busque uma realização espiritual parece exigir exatamente aquilo
que falta na adicção: liberdade, boa vontade, ação criativa e crescimento pessoal.
Com liberdade, a vida é um processo que avança e se modifica com sentido. Olha‐se para
frente com uma expectativa razoável de melhor e mais rica realização dos nossos desejos e um
maior preenchimento do nosso eu individual. Essas são, naturalmente, algumas das
manifestações do progresso espiritual que resulta da prática diária dos Doze Passos de NA.
Boa vontade é uma ação que inclui outras pessoas além de nós mesmos — uma maneira de
considerar os outros tão importantes nas suas vidas quanto nós na nossa. É difícil dizer se a boa
vontade é a chave para a empatia, ou vice‐versa. Se aceitarmos a empatia como a capacidade de
nos vermos nos outros de forma compreensiva, sem perdermos nossa identidade, então
reconhecemos uma igualdade. Se tivermos nos aceitado, como podemos rejeitar os outros? A
afeição vem de enxergarmos as semelhanças. A intolerância resulta das diferenças que não
queremos aceitar.

No crescimento pessoal, usamos tanto a liberdade quanto a boa vontade, em cooperação com
os outros. Compreendemos que não podemos viver sozinhos; que o crescimento pessoal é
também interpessoal. A fim de encontrar um maior equilíbrio, examinamos valores pessoais,
sociais e espirituais, bem como valores materiais. A maturidade parece exigir esse tipo de
avaliação.

Na adicção ativa, insanidade, instituições e morte são os únicos finais. Na recuperação, através
da ajuda de um Poder Superior e dos passos de NA, tudo é possível.
A ação criativa não é um procedimento misterioso, embora seja um trabalho interno na
reconstrução ou reintegração das nossas personalidades fragmentadas e em desordem.
Geralmente, significa apenas escutar aqueles pressentimentos e sentimentos intuitivos que
pensamos poder ajudar os outros ou nós mesmos, e agir sobre eles espontaneamente. É aqui que
muitos princípios básicos de ação se tornam evidentes. Somos então capazes de tomar decisões
fundamentadas em princípios que têm um valor real para nós.

O propósito dos Doze Passos de Narcóticos Anônimos torna‐se claro, à medida que
descobrimos que a dependência de um Poder Superior, tal como cada um de nós O compreende,
nos traz auto‐respeito e auto‐confiança. Sabemos que não somos nem superiores nem inferiores a
ninguém; nosso verdadeiro valor está em sermos nós mesmos. A liberdade com
responsabilidade, conosco e com nossas ações, torna‐se importantíssima em nossas vidas.
Mantemos e expandimos essa liberdade pela prática diária — esta é a ação criativa que não tem
fim. Boa vontade é, evidentemente, o início de todo crescimento espiritual. Conduz ao afeto e ao
amor em todas as nossas ações. Essas três metas — liberdade, ação criativa e boa vontade — quando
aplicadas ao serviço na Irmandade, sem busca de recompensas pessoais, trazem consigo
mudanças, cuja extensão não podemos prever ou controlar. Portanto, o serviço também é um
Poder maior do que nós, e tem um significado especial para todos.

Minha gratidão fala...
Quando eu me importo
E quando compartilho
Com os outros
O caminho de NA

Meditação do Dia - 09/07/2016

Meditação do Dia

SÁBADO, 09 DE JULHO DE 2016


É possível recuperar! 
"A velha mentira, 'Uma vez drogado, drogado sempre', não será mais tolerada, nem pela sociedade, nem pelo adicto. É possível recuperar." Texto Básico, p. 100 
De tempos a tempos ouvimos pessoas partilharem que, na realidade, não compreendem ainda princípios espirituais. Dizem-nos que se soubéssemos o que lhes vai no pensamento, ficaríamos surpreendidos com tanta insanidade. Dizem-nos que quanto mais tempo estão limpas, menos sabem sobre tudo. Mas, ao mesmo tempo, estas pessoas falam-nos das profundas mudanças que a recuperação operou nas suas vidas. Passaram do desespero completo para uma esperança inesgotável, do uso descontrolado de drogas para a abstinência total, do desgoverno crónico para uma atitude de responsabilidade através da prática dos Doze Passos de Narcóticos Anónimos. Qual das histórias é a verdadeira? Afinal recuperamos, ou não? Poderemos achar que é uma demonstração de humildade ou de gratidão não darmos a devida importância às mudanças que a recuperação trouxe às nossas vidas. É verdade que estaríamos a ser injustos para com o programa se assumíssemos a responsabilidade por esse milagre. Mas seria igualmente injusto - para nós próprios e para aqueles com quem o partilhamos - não reconhecermos a grandeza deste milagre. É possível recuperar. Se tivermos dificuldade em ver o milagre da recuperação, talvez seja melhor olharmos de novo. A recuperação está viva e a ser praticada em Narcóticos Anónimos - por aqueles com mais experiência, pelos recém-chegados que chegam às nossas reuniões e, mais do que tudo, por nós próprios. Basta abrirmos os olhos. 

Só por hoje: Vou reconhecer o milagre da minha recuperação e mostrar-me grato por tê-la encontrado.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

O que e Codependência ?

O que e Codependência ?
codependência é um termo da área de saúde usado para se referir a pessoas fortemente ligadas emocionalmente a uma pessoa com séria dependência física e/ou psicológica de uma substância (como álcool ou drogas ilícitas) ou com um comportamento problemático e destrutivo (como jogo patológico ou um transtorno de personalidade) .[2] É um fato conhecido que a dependência patológica causa grande impacto e sofrimento na vida das pessoas próximas, mas poucos percebem como a codependência é altamente prejudicial para ambas partes envolvidas. Ao invés de ajudar o dependente a melhorar, certos tipos de codependentes acabam reforçando o comportamento patológico.[3]
O codependente acredita que sua felicidade depende da pessoa que tenta ajudar, e assim se torna dependente dele emocionalmente, sendo excessivamente permissivo, tolerante e compreensivo com os abusos do outro, mesmo que este seja excessivamente controlador, perfeccionista e autoritário. É comum que o codependente coloque as necessidades do outro, acima de suas próprias. É comum que desenvolvam duplo vínculo.

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O que é Dependência química?

O que é Dependência química?

A dependência química é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS), como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Causas
A dependência química é uma doença crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.
Muitos estudos buscam identificar características que predispõe um indivíduo a um maior risco de desenvolver abuso ou dependência. Em relação ao álcool, por exemplo, estima-se que os fatores genéticos expliquem cerca de 50% das vulnerabilidades que levam o indivíduo a fazer uso pesado de álcool - principalmente genes que estariam envolvidos no metabolismo do álcool e/ou na sensibilidade aos efeitos dessa substância, sendo que filhos de alcoolistas possuem quatro vezes mais riscos de desenvolverem alcoolismo, mesmo se forem criados por indivíduos não-alcoolistas. Além disso, fatores individuais e aspectos do beber fazem com que mulheres, jovens e idosos sejam mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas, o que o colocam em maior risco de desenvolvimento de problemas.
Fatores de risco

Determinadas características ou situações podem aumentar ou diminuir a probabilidade de surgimento e/ou agravamento de problemas com o álcool e outras drogas. Essas situações são conhecidas como fatores de risco e proteção.
No entanto, os fatores de risco não são necessariamente iguais a todos os indivíduos e podem variar conforme a personalidade, a fase do desenvolvimento e o ambiente em que estão inseridos. Entre eles, pode-se destacar:
  • Fatores de risco: genética, transtornos psiquiátricos (ex: transtornos de conduta), falta de monitoramento dos pais, disponibilidade do álcool
  • Fatores protetores: religião, controle da impulsividade, supervisão dos pais, bom desempenho acadêmico, políticas sobre drogas.
Sintomas de Dependência química

Alguns dos sintomas da dependência química são:
  • Desejo incontrolável de usar a substância
  • Perda de controle (não conseguir parar depois de ter começado)
  • Aumento da tolerância (necessidade de doses maiores para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância)
Sintomas de abstinência:
  • Sudorese
  • Tremores
  • Ansiedade

Buscando ajuda

É importante que o indivíduo com dependência química procure ajuda quando ocorrem situações nas quais a substância está influenciando negativamente a saúde física e/ou rotina, funções acadêmicas e/ou profissionais e as relações pessoais.



Pare de sofrer , Podemos ajudar

Parte de Nossa Estrutura

para tratamento de dependentes químicos e alcoólatras














Como Funciona o Tratamento (internação - álcool e drogas)

Como Funciona o tratamento


  •  Nossa Visão
    É voltada exclusivamente para a recuperação de dependentes químicos, reinserindo-os ao convívio social, familiar e profissional.
  • Nossa Missão
    Tratar o portador de dependência química, promovendo a sua recuperação e reinserção social e familiar, capaz de fazê-lo rever suas atitudes passadas e renovar seus conceitos de vida.
    O sucesso do tratamento está diretamente relacionado ao conhecimento do processo da doença, programa terapêutico adequado e equipe preparada para o atendimento, é necessário desenvolver e trabalhar um programa de acordo com as necessidades que a doença exige, investigamos possíveis comorbidades doenças psíquicas ou clinicas pré–existentes ou desenvolvidas com o uso de substancias químicas como: hiperatividade, bipolaridade, depressão, transtornos, manias, fobias e etc.
    A Clinica Terapêutica Nova Esperança, é uma entidade voltada exclusivamente para a recuperação de dependentes químicos e dependentes Alcoólicos. Dispondo de uma equipe de profissionais da mais alta capacidade. A Clinica Terapêutica Nova Esperança tem como objetivo a recuperação completa do paciente. Isso se dá pela forma de tratamento praticada com o mesmo. Mais do que um tratamento, nós oferecemos aos nossos pacientes, uma estrutura psicológica capaz de fazê-lo rever suas atitudes passadas e renovar seus conceitos de vida. Esses conceitos serão conduzidos de forma adequada pelo tratamento
  •  O que é aplicado?
    Desintoxicação, Entrevista Motivacional, PPR (Programa de Prevenção a Recaída), Rei Bebe, Laborterapia, Videoterapia, Espiritualidade (Sem Vínculo Interdenominacional), Reuniões Temáticas, Psicoterapia Analítica, Psicoterapia de Grupo e Individual, Terapia Cognitivo Comportamental, T.R.E (Terapia Racional Emotiva), Grupo Operativo, Doze Passos de N.A e A.A, Dinâmica de Grupo, T.O (Terapia Ocupacional), Atividades Físicas, Músico Terapia, Relaxamento.
  •  Sistema de Tratamento:
    Acompanhamento Psicológico, Acompanhamento Médico, Acompanhamento Terapêutico, Enfermagem 24 Horas, Dinâmicas em Grupo, Atendimento Individual.
  •  Do Atendimento Médico
    O paciente é submetido a uma avaliação médica a qual avaliará o grau de dependência causado pela droga. Na consulta o médico ira prescrever medicamentos que atenuem a possível síndrome de abstinência.
    Determinará também o procedimento necessário para uma desintoxicação rápida e menos traumática possível.
    O médico também acompanhará a evolução do paciente durante todo o tratamento, fazendo consultas com a periodicidade necessária para o tratamento.
  •  Do atendimento Psicológico
    O paciente terá acompanhamento psicológico com terapias individuais e dinâmicas em grupo semanalmente durante todo o tratamento. Ajudando a aceitar o tratamento e tratando os transtornos psíquicos adquirido pelo uso abusivo das drogas.
  •  Do tratamento Terapêutico
    O paciente terá, além de terapias individuais , reuniões diária de T.R.E., 12 passos, Sentimentos ou conforme a necessidade do grupo. Estas reuniões cuidarão de ouvir e tratar o emocional do paciente. Prepara-lo para voltar ao convívio da família ao trabalho e preparar também a família para recebê-lo.
    Nestas reuniões serão passados os 12 passos (N.A e A.A) de um adicto para a vida toda. Ele aprenderá a conviver com sua doença sem ser mais afetado por ela.

Como Identificar nos Filhos se Eles Usam Drogas...

Pais de dependentes químicos ou de ex-dependentes, não raramente, culpam-se por ter percebido tarde demais que o filho estava usando drogas. Mas é normal que o adolescente tenha segredos e dificulte o acesso dos adultos a sua vida pessoal. O desafio é identificar quais comportamentos estão dentro do esperado para a idade e quais indicam problemas mais graves, como dependência química.

Os sinais abaixo não devem ser avaliados de maneira isolada, mas podem servir como indícios de que o jovem precisa de atenção extra.

1 - Mudar radicalmente de interesses
Quando a droga passa a ser mais atraente do que as outras atividades que o adolescente desenvolve –e das quais costumava gostar–, as preferências dele podem mudar radicalmente.

Ele pode, por exemplo, não querer mais praticar o esporte a que se dedicava ou não tocar mais um instrumento musical. Essas desistências, geralmente, acontecem, no caso de um dependente, sem que ele troque uma atividade por outra. A perda de interesse pelos hobbies ocorre sem motivo aparente.

2 - Apresentar queda no rendimento escolar
É comum que as notas do adolescente que usa drogas de forma contínua despenquem de uma hora para outra. Normalmente, o declínio é consequência das faltas seguidas às aulas ou ainda do uso de drogas durante o período letivo –os efeitos das substâncias químicas, evidentemente, impedem o jovem de absorver 100% do conteúdo.

“Ele pode estar cabulando aulas, deixando de estudar para as provas e de fazer trabalhos para ficar com a turma que usa drogas ou, então, para se isolar e usar sozinho”, diz a psiquiatra da infância e adolescência Jackeline Giusti, do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo).

3 - Mostrar-se muito agressivo
O adolescente que usa drogas e tenta ocultar isso dos pais pode se tornar mais hostil. Mas é preciso detectar se o comportamento está fora do usual.

“É importante os adultos saberem que os jovens mudam muito de humor, independentemente de usarem drogas ou não”, declara o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Tornar-se mais bravo ou nervoso não é, necessariamente, um efeito da droga, mas pode ser uma tentativa de ocultar o vício. “Quando os pais desconfiam que o filho está usando algo, costumam ficar mais inquisitivos e vigilantes. E o adolescente tenderá a reagir mostrando-se mais irritado e agressivo”, diz Jackeline Giusti.

4- Trocar de amigos
Mudar o grupo de amigos, de uma hora para outra, é um indicativo de alteração de interesses e identificação. Talvez o jovem faça essa escolha devido a uma preferência recém-descoberta, como um novo gosto musical, mas isso também pode ter a ver com o uso de drogas. Por isso, é preciso acompanhar a vida do adolescente de perto: trazer os amigos do filho para reuniões em casa, buscá-lo ou levá-lo às baladas, além de ouvir o que ele tem a contar sobre os colegas.

5 - Relatar sensação de perseguição
De acordo com a psiquiatra Glaise Franco, especialista em infância e adolescência pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), muitas drogas aumentam a quantidade de dopamina no cérebro e esse excesso provoca sintomas psicóticos, como delírio e alucinação.

“Cocaína e crack são as drogas que mais predispõe a comportamentos paranoicos. Quem utiliza, muitas vezes, acredita que está sendo perseguido por uma pessoa ou por um grupo”, afirma Glaise. Diante desse relato, o pai ou a mãe deve procurar ajuda porque, ainda que o filho não use substâncias viciantes, esse pode ser indício de um problema psiquiátrico mais grave.

6 - Pedir mais dinheiro do que o normal
Como não trabalha, um adolescente precisa recorrer ao dinheiro dos pais para sustentar o vício. Por isso, caso o filho peça mais verba do que o estimado para as necessidades da idade, fique de olho. Quando a dependência é grave, muitos jovens chegam a se desfazer de itens pessoais e de pertences de familiares, para conseguir comprar a droga.

7 - Alterar o hábito alimentar
É certo que a adolescência é um momento de muitas mudanças, inclusive no que diz respeito ao apetite. Muitos jovens passam a comer mais porque começam a praticar esportes ou por conta do desenvolvimento físico, típico da idade.

Alguns podem diminuir a quantidade de comida no prato pelo simples fato de que desejam emagrecer. Mas a droga também pode influenciar a rotina alimentar.

“O consumo excessivo de bebida alcoólica provoca falta de apetite e perda de peso, além do aumento do volume abdominal. Já a maconha aumenta a fome e o desejo por doces”, fala Glaise.

8 - Dormir pouco ou muito
Álcool, maconha, solventes e heroína provocam sonolência. Enquanto ecstasy e cocaína exercem o efeito contrário. “No entanto, se observar que seu filho está dormindo muito, passa o dia todo deitado na cama e evita sair com colegas, é mais provável que ele esteja deprimido e não usando drogas”, diz Jackeline Giusti.

9 - Apresentar a pupila dilatada
As drogas provocam diversas reações químicas no corpo e uma delas pode ser percebida no olhar, segundo Glaise. “As substâncias contidas em algumas drogas modificam a fisiologia humana por inteiro, alterando a pressão arterial, os batimentos cardíacos, o fluxo de sangue para os órgãos vitais e a musculatura do olho, que controla quanto de luz pode chegar até a nossa retina, provocando a dilatação ou a contração pupilar”, diz a psiquiatra.

10 - Isolar-se dos familiares e amigos
Quando o adolescente se afasta do convívio com a família e mesmo com a turma com quem costumava andar, é preciso ficar atento, de acordo com Dartiu Xavier da Silveira.

“Quando o jovem torna-se dependente, o relacionamento com parentes e amigos pode deixar de ser prazeroso. Nesse estágio, ele só encontrará satisfação ao usar a substância. Os pais tendem a achar que os adolescentes que saem muito são os mais expostos a drogas, o que não é verdade. Os mais retraídos também estão tão ou até mais vulneráveis.”

Internação Involuntária

Internação Involuntária

Para os casos em que o paciente rejeita qualquer possibilidade de tratamento. Apesar dos danos evidentes causados pela dependência(relações sociais, trabalho e etc.) o paciente não consegue mais avaliar o mal que faz a si mesmo e as pessoas que estão próximas.

A família deve buscar auxílio profissional, a possibilidade de recuperação deve prevalecer.

Indicada para os pacientes que apresentam grau de comprometimento grave e que estão colocando em risco sua vida e das pessoas que estão à sua volta. Nestes casos, a dependência química deixa o paciente refém da substância, este não consegue mais avaliar o mal que faz a si e às pessoas que estão próximas. Apesar dos danos evidentes causados pela dependência (relações sociais, pessoais, trabalho, estudo e etc.), o paciente rejeita qualquer possibilidade de tratamento.

Este é o momento em que a família deve refletir e buscar por auxílio profissional. Em muitos casos, os familiares não sabem que atitude tomar diante de uma situação tão séria. E neste caso, a decisão mais correta é internar a pessoa, ainda que contra a sua vontade. A possibilidade de recuperação deve prevalecer sobre a certeza de que a dependência química leva a desorganização familiar e até mesmo a morte. A internação involuntária é recomendada, desde que realizada por profissionais capacitados, em clínica especializada que possua todos os registros legais.

A internação involuntária é uma ferramenta usada em parte do processo de tratamento e reabilitação, para o tratamento ter resultados é necessário que o paciente tenha motivação para mudança, porém, a motivação do dependente é altamente variável, sendo que dentre as fases de motivação existe a possibilidade de negação total da doença. No entanto, em muitos casos há a possibilidade da motivação ser influenciada ou estimulada. É sabido que sem a internação, uma grande parte dos dependentes jamais conseguiria chegar a um tratamento e certamente acabariam presos por delitos relacionados ou morreriam em decorrência do uso. A internação involuntária é antes de tudo uma forma de proteção ao próprio usuário compulsivo, aos familiares e à sociedade. A internação involuntária conduz o paciente com urgência ao tratamento que ele precisa, mas não percebe a necessidade. Nestes casos, o paciente está tão dependente que nega a doença e qualquer possibilidade de tratamento, uma vez que a internação o afastará das drogas/bebidas, que é o que ele mais teme.

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Meditação do dia 08/07/2016

Meditação do Dia

SEXTA, 08 DE JULHO DE 2016


A palavra "D" 
"É importante que saibas que irás ouvir falar de Deus em reuniões de NA. Estamos a referir-nos a um Poder superior a nós mesmos que torna possível aquilo que parece impossível." IP n° 22, Bem-vindo a NA 
A maioria de nós chega a Narcóticos Anónimos com toda uma série de preconceitos em relação ao significado da palavra "Deus", muitos deles negativos. A palavra "D" é todavia utilizada com bastante regularidade em NA, se é que não o é constantemente. Ela aparece mais de noventa vezes no nosso Texto Básico, e tem um lugar de relevo em quase metade dos nossos Doze Passos. Em vez de contornarmos a sensibilidade que muitos de nós possam sentir em relação à palavra, deveremos antes falar abertamente sobre ela. É verdade que Narcóticos Anónimos é um programa espiritual. Os nossos Doze Passos oferecem-nos um caminho em direcção à libertação da adicção, através da ajuda de um poder espiritual superior a nós. 0 programa, contudo, nada diz quanto à forma como deveremos conceber esse Poder. Na verdade, ouvimos dizer dezenas de vezes, na nossa literatura, nos nossos passos e nas nossas reuniões, que se trata do "Deus na forma em que 0 concebemos" - seja qual for essa concepção. Utilizamos a palavra "Deus" pois ela é referida no nosso Texto Básico e porque comunica com melhor eficácia à maioria das pessoas um entendimento básico do Poder subjacente à nossa recuperação. A palavra é utilizada por uma questão prática. Já o Poder por trás da palavra, utilizamo-lo mais do que por conveniência. Utilizamos esse poder para mantermos a liberdade da adicção e assegurarmos a continuação da nossa recuperação.

Só por hoje: Quer acredite ou não em "Deus", vou utilizar o Poder que me mantém limpo e livre.