quarta-feira, 26 de abril de 2017

usuários de drogas e álcool

Existem momentos na vida em que algumas pessoas na sua grande maioria adictos que pensam tudo esta perdido , em que paramos para pensar sera que algum dia vou fazer alguma coisa correta , sera que algum dia vou conseguir fazer alguém feliz ou ser feliz , sera que algum dia vencerei e nestes momentos nos entregamos como derrotados ou fracassados mais esquecem que só somos aquilo que permitimos ou que queremos , só permanece caído quem quer pois juntamente com a vontade de vencer e se levantar existe um pode superior cuidadoso e amoroso que esta sempre ali a nos ajudar e a nos estender a mão amiga para nos levantar novamente e continuar a batalha pois como já diz o ditado não a vitoria sem luta , nunca perca o foco , força , fé e esperança , nunca pare de lutar . Gleydson Oliveira mais um adicto em recuperaçao

sábado, 7 de janeiro de 2017

Tratamento Involuntario (35)999611996

Tratamento Involuntário Para os casos em que o paciente rejeita qualquer possibilidade de tratamento. Apesar dos danos evidentes causados pela dependência(relações sociais, trabalho e etc.) o paciente não consegue mais avaliar o mal que faz a si mesmo e as pessoas que estão próximas. A família deve buscar auxílio profissional, a possibilidade de recuperação deve prevalecer. Indicada para os pacientes que apresentam grau de comprometimento grave e que estão colocando em risco sua vida e das pessoas que estão à sua volta. Nestes casos, a dependência química deixa o paciente refém da substância, este não consegue mais avaliar o mal que faz a si e às pessoas que estão próximas. Apesar dos danos evidentes causados pela dependência (relações sociais, pessoais, trabalho, estudo e etc.), o paciente rejeita qualquer possibilidade de tratamento. Este é o momento em que a família deve refletir e buscar por auxílio profissional. Em muitos casos, os familiares não sabem que atitude tomar diante de uma situação tão séria. E neste caso, a decisão mais correta é internar a pessoa, ainda que contra a sua vontade. A possibilidade de recuperação deve prevalecer sobre a certeza de que a dependência química leva a desorganização familiar e até mesmo a morte. A internação involuntária é recomendada, desde que realizada por profissionais capacitados, em clínica especializada que possua todos os registros legais. A internação involuntária é uma ferramenta usada em parte do processo de tratamento e reabilitação, para o tratamento ter resultados é necessário que o paciente tenha motivação para mudança, porém, a motivação do dependente é altamente variável, sendo que dentre as fases de motivação existe a possibilidade de negação total da doença. No entanto, em muitos casos há a possibilidade da motivação ser influenciada ou estimulada. É sabido que sem a internação, uma grande parte dos dependentes jamais conseguiria chegar a um tratamento e certamente acabariam presos por delitos relacionados ou morreriam em decorrência do uso. A internação involuntária é antes de tudo uma forma de proteção ao próprio usuário compulsivo, aos familiares e à sociedade. A internação involuntária conduz o paciente com urgência ao tratamento que ele precisa, mas não percebe a necessidade. Nestes casos, o paciente está tão dependente que nega a doença e qualquer possibilidade de tratamento, uma vez que a internação o afastará das drogas/bebidas, que é o que ele mais teme.

a verdade sobre as drogas ! ligue 35 999611996

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

efeito do alcool no organismo

https://www.youtube.com/watch?v=n_KilizFzb0

SO POR HOJE

Meditação do Dia

SEXTA, 09 DE DEZEMBRO DE 2016


Ouvir
"Esta capacidade para ouvir é uma dádiva e cresce à medida que nós crescemos espiritualmente. A vida ganha um novo sentido quando nos abrimos a esta dádiva." Texto Básico, p. 118
Já viram duas crianças pequenas na conversa? Uma fala de dragões roxos enquanto a outra se queixa do desconforto de areia nos sapatos. Por vezes encontramos os mesmos problemas de comunicação quando aprendemos a ouvir os outros. Podemos esforçar-nos nas reuniões, tentando desesperadamente ouvir as partilhas ao mesmo tempo que as nossas mentes estão atarefadas a planear aquilo que vamos dizer quando for a nossa vez de falar. Em conversas, poderemos reparar de repente que as nossas respostas não têm nada a ver com as perguntas que foram feitas. São antes discursos preparados quando sob o efeito da nossa auto-obsessão. Aprender a ouvir - a ouvir mesmo - é uma tarefa difícil, mas que não está fora do nosso alcance. Podemos começar por reconhecer nas nossas respostas aquilo que nos estejam a dizer. Podemos perguntar se haverá algo que possamos fazer para ajudar alguém que esteja com problemas. Com um pouco de prática, podemos encontrar uma maior liberdade da auto-obsessão e um contacto mais estreito com as pessoas nas nossas vidas.

Só por hoje: Vou sossegar os meus próprios pensamentos e ouvir aquilo que me estejam a dizer.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Meditação do Dia

QUINTA, 04 DE AGOSTO DE 2016


Quando é que um segredo não é um segredo?
"Os adictos tendem a viver vidas secretas. ... É um alívio enorme livrarmo-nos de todos os nossos segredos e partilharmos o peso do nosso passado." Texto Básico, p. 38 
Já ouvimos dizer que "somos tão doentes quanto os nossos segredos". O que é que mantemos em segredo, e porquê? Mantemos em segredo aquilo que nos envergonha. Podemos agarrar-nos a essas coisas por não querermos entregá-las. Mas se há coisas que nos envergonham, será que não estaríamos mais à vontade se nos livrássemos delas? Alguns de nós agarram-se por outros motivos às coisas que os envergonham. Não é que não queiramos ver-nos livres delas; é mais porque achamos que não vamos conseguir. Elas perseguiram-nos durante tanto tempo, e tantas vezes tentámos livrar-nos delas, que desistimos de ter qualquer esperança de alívio. Mas elas continuam a envergonhar-nos, e mesmo assim mantemo-las em segredo. Precisamos de nos lembrar de quem somos: adictos em recuperação. Nós, que durante tanto tempo tentámos manter o nosso uso de drogas em segredo, encontramo-nos livres da obsessão e da compulsão para usar. Embora muitos de nós tenham gostado de usar até ao fim, nem por isso deixáram de querer recuperar. Não aguentávamos o preço que o nosso uso nos impunha. Quando admitimos a nossa impotência e procurámos a ajuda de outros, o peso do nosso segredo foi aliviado. O mesmo princípio aplica-se a quaisquer segredos que possam pesar-nos. Sim, somos tão doentes quanto os nossos segredos. Só quando os nossos segredos deixarem de ser segredos é que poderemos começar a sentir o alívio daquilo que nos envergonha. 

Só por hoje: Os meus segredos só me manterão doente enquanto eu os mantiver secretos. Hoje vou falar com o meu padrinho ou madrinha acerca dos meus segredos.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

AUTO-ACEITAÇÃO

O Problema
Falta de auto‐aceitação é um problema para muitos adictos em recuperação. Este defeito sutil
é difícil de identificar e muitas vezes passa despercebido. Muitos de nós acreditavam que o uso
de drogas era seu único problema, negando o fato de que suas vidas tinham se tornado
incontroláveis. Esta negação pode continuar nos incomodando mesmo depois que paramos de
usar drogas. Muitos dos problemas por que passamos na continuidade da recuperação têm sua
origem na nossa incapacidade de nos aceitarmos num nível mais profundo. Podemos até nem
perceber que este desconforto é a fonte do nosso problema, porque freqüentemente ele se
manifesta de outras maneiras. Podemos sentir que estamos ficando irritáveis, julgadores,
descontentes, deprimidos ou confusos. Podemos nos perceber procurando mudar fatores
circunstanciais na tentativa de satisfazer a inquietação íntima que sentimos. Em situações como
estas, nossa experiência tem demonstrado que é melhor procurar dentro de nós a fonte do nosso
descontentamento. Descobrimos freqüentemente que somos críticos severos de nós mesmos,
mergulhando em auto‐aversão e auto‐rejeição.
Antes de chegar a NA, muitos de nós passaram a vida inteira em auto‐rejeição. Nós nos
detestávamos e tentávamos de todas as maneiras nos transformar em outra pessoa. Queríamos
ser qualquer um, menos nós mesmos. Incapazes de nos aceitarmos, tentávamos obter a aceitação
dos outros. Queríamos que as outras pessoas nos dessem o amor e a aceitação que não
conseguíamos dar a nós mesmos. Mas nosso amor e nossa amizade eram sempre condicionais.
Faríamos qualquer coisa por qualquer um, apenas para ganhar sua aceitação e aprovação, e
ficávamos ressentidos com os que não reagiam como queríamos.
Como não conseguíamos nos aceitar, esperávamos que os outros nos rejeitassem. Não
deixávamos que ninguém se aproximasse, com medo de que, se nos conhecessem realmente,
também fossem nos odiar. Para nos protegermos da nossa vulnerabilidade, rejeitávamos os
outros antes que tivessem oportunidade de nos rejeitarem.
Os Doze Passos são a solução
Hoje, o primeiro passo em direção à auto‐aceitação é a aceitação da nossa adicção. Temos que
aceitar a nossa doença e todos os problemas que ela nos traz, antes de podermos nos aceitar
como seres humanos.
O próximo passo que precisamos dar em direção à auto‐aceitação é acreditar num Poder
maior do que nós, que pode nos devolver à sanidade. Não precisamos acreditar no conceito de
Poder Superior de ninguém. Mas precisamos acreditar num conceito que funcione para nós.
Uma compreensão espiritual da auto‐aceitação é saber que é normal sentirmos dor, que erramos,
e que não somos perfeitos.
A aplicação dos Doze Passos da recuperação é o meio mais eficaz para se alcançar a
auto‐aceitação. Agora que viemos a acreditar num Poder maior do que nós, podemos depender
da Sua força para nos dar coragem para examinarmos honestamente nossos defeitos e nossas
qualidades. Embora isso às vezes seja doloroso e não pareça conduzir à auto‐aceitação,
precisamos entrar em contato com nossos sentimentos. Queremos construir uma base sólida de
recuperação, por isso precisamos examinar nossas ações e motivações, e começar a modificar o
que é inaceitável.
Nossos defeitos fazem parte de nós e só serão removidos quando praticarmos viver o
Programa de NA. Nossas qualidades são dádivas do nosso Poder Superior e, à medida que
aprendemos a utilizá‐las plenamente, a nossa auto‐aceitação aumenta e nossas vidas melhoram.
Às vezes caímos no melodrama de querer ser o que pensamos que deveríamos ser. Podemos
nos sentir dominados por nossa autopiedade e orgulho. Mas renovando nossa fé num Poder
Superior, recebemos a esperança, coragem e força para crescer.
Auto‐aceitação proporciona equilíbrio na nossa recuperação. Não temos mais que buscar a
aprovação dos outros, porque estamos satisfeitos em sermos nós mesmos. Somos livres para
enfatizar com gratidão as nossas qualidades, para nos afastar com humildade dos nossos
defeitos e nos tornarmos o melhor que pudermos como adictos em recuperação. Aceitar a nós
mesmos como somos significa que estamos bem, que não somos perfeitos, mas que podemos
melhorar. Lembramos que temos a doença da adicção, e que leva muito tempo para alcançar a
auto‐aceitação num nível profundo. Por pior que nossas vidas tenham se tornado, somos sempre
aceitos na Irmandade de Narcóticos Anônimos.
Aceitando‐nos como somos, resolvemos o problema da expectativa da perfeição humana.
Quando nós nos aceitamos, podemos aceitar os outros em nossas vidas, incondicionalmente,
provavelmente pela primeira vez. Nossas amizades tornam‐se profundas e sentimos o calor e o
carinho de adictos partilhando a recuperação e uma vida nova.